Tempestade e granizo: 43 municípios do RS têm danos e desalojados
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que 43 municípios registraram danos com tempestades, granizo e ventanias desde a semana passada. Há 19 desalojados em seis cidades. Os maiores acumulados de chuva em dois dias foram em Quaraí (159,8 mm), Santa Vitória do Palmar (133,5
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que 43 municípios registraram danos com tempestades, granizo e ventanias desde a semana passada. Há 19 desalojados em seis cidades. Os maiores acumulados de chuva em dois dias foram em Quaraí (159,8 mm), Santa Vitória do Palmar (133,5
A rotina de quem mora no Rio Grande do Sul não tem sido de sossego. Desde a semana passada, tempestades, granizo e ventanias forçam uma reorganização constante, e os números da Defesa Civil ajudam a dimensionar o estrago. Nesta segunda-feira (20), o órgão informou que 43 municípios relataram danos. Não se trata de um evento isolado: os prejuízos se espalham pelo estado, com quedas de árvore, destelhamento de casas e cortes de energia como as marcas mais frequentes.
43 municípios, 19 desalojados: o retrato do impacto O levantamento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul mostra que, até o momento, 43 cidades registraram ocorrências relacionadas às tempestades e ao granizo. Desse total, seis municípios concentram os 19 desalojados, pessoas que precisaram sair de casa, mas não necessariamente perderam suas moradias. Os danos materiais, no entanto, são mais abrangentes: quedas de árvores bloqueiam vias, telhados são arrancados pelo vento e a rede elétrica sofre interrupções frequentes.
Os números da chuva e do vento Os dados meteorológicos ajudam a entender a força do fenômeno. Em Santa Vitória do Palmar, as rajadas de vento alcançaram 97,9 km/h. Já em Santa Maria e São José dos Ausentes, os ventos chegaram a 90 km/h. Os acumulados de chuva em dois dias impressionam ainda mais: Quaraí registrou 159,8 milímetros; Santa Vitória do Palmar, 133,5 mm; e Rosário do Sul, 125,8 mm. São volumes que, em condições normais, se distribuiriam por semanas.
Alerta laranja se expande O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informou que, a partir desta segunda-feira (20), a área de aviso laranja de perigo para tempestades passa a contemplar municípios das regiões de Ijuí, Santa Cruz do Sul e da região metropolitana de Porto Alegre. Esse alerta indica risco de tempestades intensas, com potencial para novos danos. Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, a situação segue sendo monitorada.
O que esperar dos próximos dias Com a ampliação do alerta laranja, a recomendação da Defesa Civil é de atenção redobrada. As regiões de Ijuí e Santa Cruz do Sul, que agora entram na zona de perigo, podem enfrentar condições semelhantes às que já afetaram as 43 cidades. Quem está na região metropolitana de Porto Alegre também deve acompanhar os boletins meteorológicos. A orientação prática: evitar áreas arborizadas durante as rajadas, proteger telhados com lonas sempre que possível e manter carregados os celulares e lanternas, já que os cortes de energia são recorrentes.
Perguntas Frequentes
Quantos municípios foram afetados pela tempestade no RS?
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que 43 municípios relataram danos com tempestades, granizo e ventanias desde a semana passada.
Quantas pessoas estão desalojadas?
Há 19 desalojados em seis municípios, conforme o último boletim da Defesa Civil.
Quais foram os maiores acumulados de chuva?
Os maiores acumulados em dois dias ocorreram em Quaraí (159,8 mm), Santa Vitória do Palmar (133,5 mm) e Rosário do Sul (125,8 mm).
Onde foram registradas as maiores rajadas de vento?
Santa Vitória do Palmar teve rajadas de 97,9 km/h, enquanto Santa Maria e São José dos Ausentes registraram 90 km/h.
O que significa o alerta laranja do Inmet?
O alerta laranja indica perigo para tempestades intensas. A partir desta segunda-feira (20), ele passa a contemplar municípios das regiões de Ijuí, Santa Cruz do Sul e da região metropolitana de Porto Alegre.
Como se proteger durante as tempestades?
A Defesa Civil recomenda evitar áreas arborizadas, proteger telhados com lonas, manter celulares e lanternas carregados e acompanhar os boletins meteorológicos oficiais.
Débora Quintas
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
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