# Na primeira eleição em Goiás, Missão lança chapa federal com 13 candidatos

> O Partido Missão, em sua primeira convenção em Goiás, lançou 13 candidatos a deputado federal. Nomes pouco conhecidos, a legenda não terá chapa completa nem apoio a candidatos ao governo.

*Floguxo · Estilo Pessoal · 25 de julho de 2026 · Camilo Andrade*

## Na primeira eleição em Goiás, Missão lança chapa para federal com 13 candidatos

O Partido Missão, fundado por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), anunciou 13 candidaturas a deputado federal na sua primeira convenção partidária em Goiás, realizada na última terça-feira (21). A sigla não apresentará candidaturas ao Senado, para deputado estadual, nem para o governo do estado.

Na ata já enviada ao Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), o Partido Missão não consignou apoio a qualquer candidatura ao governo goiano.

A nominata conta com quatro candidaturas femininas, cumprindo assim o requisito de 30% de mulheres estabelecido pela legislação. Os outros nove candidatos são homens, todos com pouca notoriedade na política goiana.

O presidente do Missão em Goiás, Victor de Souza Lopes Couto, optou por não ser candidato nesta primeira eleição da legenda. Além disso, a chapa não será completa, uma vez que a nominata para deputado federal pode incluir até 18 candidatos.

Dentre os nomes, destaca-se o empresário Renan Santos, que é candidato à presidência da República e se posiciona como uma alternativa ao bolsonarismo dentro do espectro da direita. Ele tem conquistado espaço nas pesquisas mais recentes.

Os candidatos apresentados são:

- Aline Lima
- Anastácia Almeida
- Ander Alves
- Fernanda Borges
- Gabriel Morse
- Guilherme Khalil
- Jhone Cotrim
- João Noleto
- Maykel Carvalho
- Mônica de Paula
- Ozéias Soares
- Roberto Júnior
- Reiller Lopes

Essa movimentação do Partido Missão reflete uma estratégia de formação de um novo espaço político em Goiás, em um momento em que muitas legendas buscam se reafirmar ou se estabelecer no cenário eleitoral.

Com um conjunto de candidatos que ainda precisa se apresentar ao eleitorado, a escolha por não lançar candidatos a outros cargos pode ser interpretada como uma tentativa de focar em uma campanha sólida para a Câmara dos Deputados, evitando a dispersão de esforços em múltiplas frentes. Essa decisão, no entanto, também levanta questões sobre a viabilidade política do partido e a capacidade de atrair votos em um cenário competitivo.

A ausência de nomes mais conhecidos na chapa pode ser uma barreira para o reconhecimento do partido entre os eleitores, que muitas vezes buscam familiaridade e confiança nas figuras que apoiam. No entanto, o Missão pode capitalizar sobre a imagem de Renan Santos como uma figura que desafia o status quo.

O cenário político em Goiás é dinâmico e está sujeito a alterações conforme se aproxima a data das eleições. O que se observa, neste momento, é uma movimentação inicial que pode influenciar o futuro político do estado, principalmente se o partido conseguir mobilizar suas bases e apresentar suas propostas de forma convincente.

Assim, a primeira eleição do Partido Missão em Goiás será acompanhada de perto, à medida que os candidatos se prepararem para a disputa e a campanha se intensificar. Os desafios são muitos, mas a aposta na renovação pode render frutos, dependendo da recepção do público e da estratégia adotada pelos envolvidos.

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