Duo Brasil leva choro e bossa nova aos palcos do Brasil
O Duo Brasil, formado pelos violonistas Reinaldo Reis e Marcos Leon, circula por teatros, restaurantes e eventos com choro, bossa nova e MPB. Veja a agenda e os destaques das apresentações em Pirenópolis e Anápolis.
O Duo Brasil, formado pelos violonistas Reinaldo Reis e Marcos Leon, circula por teatros, restaurantes e eventos com choro, bossa nova e MPB. Veja a agenda e os destaques das apresentações em Pirenópolis e Anápolis.
O Duo Brasil, formado pelos violonistas Reinaldo Reis e Marcos Leon, desenvolve um trabalho dedicado à música instrumental, com repertório que percorre choro, samba, bossa nova, MPB, tangos, boleros e composições autorais. A dupla vem circulando por diferentes espaços, incluindo teatros, restaurantes, eventos culturais e programações voltadas ao turismo e à gastronomia.
A proposta coloca o violão no centro da experiência musical e busca valorizar arranjos instrumentais e diferentes tradições da música brasileira. Em Pirenópolis, o trabalho dos músicos já integrou a programação cultural da cidade em diferentes ocasiões ao longo de 2026, com apresentações em espaços como o Centro Municipal de Artes e Música, o Pireneus Café e outros estabelecimentos.
No dia 19 de junho, a dupla realizou uma apresentação gratuita no Auditório Ita e Alaor, no Centro Municipal de Artes e Música. A programação reuniu os dois músicos e convidados especiais em um espetáculo voltado à música instrumental brasileira. Poucos dias depois, o Duo Brasil se apresentou no Pireneus Café, nos dias 26 e 27 de junho, em uma programação que combinou música instrumental e gastronomia no centro histórico de Pirenópolis.
O repertório parte de uma formação enxuta, baseada nos violões de Reinaldo Reis e Marcos Leon. A escolha permite que os músicos trabalhem diferentes possibilidades de harmonia, ritmo e interpretação, características importantes em apresentações de música instrumental. Entre os gêneros presentes estão o choro, o samba e a bossa nova, linguagens com forte relação com a tradição do violão brasileiro. A dupla também transita pela MPB e por gêneros internacionais, como tangos e boleros, além de incluir composições autorais.
O choro ocupa um espaço importante dentro da tradição da música instrumental brasileira. Com origem no século XIX e desenvolvimento associado a instrumentos de cordas, sopros e percussão, o gênero se tornou uma das principais referências para músicos que trabalham com arranjos instrumentais no país. A bossa nova, por sua vez, acrescentou novas possibilidades harmônicas e rítmicas à música brasileira a partir da segunda metade do século XX, com o violão em papel central.
A trajetória da dupla também dialoga com nomes importantes da história do violão no Brasil. Entre as apresentações divulgadas pelo Duo Brasil está um tributo ao violonista e compositor Dilermando Reis, previsto para 30 de setembro, às 19h30, no Teatro Municipal de Anápolis, com entrada gratuita, conforme material apresentado pela dupla.
Além dos shows presenciais, a dupla mantém presença nas redes sociais, onde divulga apresentações, registros de palco e informações sobre o trabalho. O perfil do Duo Brasil também funciona como canal de contato para quem deseja acompanhar a agenda ou solicitar apresentações. A atuação digital acompanha, portanto, a circulação presencial por diferentes cidades e espaços.
A presença do Duo Brasil nesse circuito amplia a circulação da música instrumental em espaços diferentes dos tradicionais palcos de concerto. Em Pirenópolis, a música ao vivo integra uma programação cultural que dialoga com o turismo, reunindo patrimônio histórico, gastronomia e manifestações culturais. O formato instrumental se adapta a ambientes em que a música faz parte da experiência sem ocupar o espaço de outras atividades, como no show da Aurora Pizzaria, que levou ao centro histórico uma proposta em formato intimista. música instrumental em Pirenópolis tributo a Dilermando Reis
Débora Quintas
Análises independentes sobre maquininhas, pagamentos e empreendedorismo no Brasil. Conteúdo editorial sem viés comercial.
Ver todos os artigos →